quarta-feira, 19 de outubro de 2016

Você usa sapatos dentro de casa ? vc NÃO DEVERIA FAZER ISSO!

VOCÊ USA SAPATOS DENTRO DE CASA? VOCÊ NUNCA DEVIA FAZER ISSO! A CIÊNCIA EXPLICA PORQUÊ! 

Nunca deves usar os sapatos dentro de casa! É importante que conheças isto. A tua saúde vai agradecer!



A prática não tem nada de novo em países do oriente e cada vez mais encontra adeptos no mundo ocidental. Tirar os sapatos para entrar em casa, segundo a tradição japonesa, por exemplo, evita que o lixo da rua e as más energias adentrem o ambiente da residência.

A ciência, por sua vez, vem justificando esse costume. De fato, deixar os sapatos na parte externa (ou reservada) da casa pode evitar que se entre em contacto com cerca de 421.000 tipos diferentes de bactérias presentes em 96% das solas dos sapatos, isso mesmo, 96%. Mesmo que o sapato pareça limpinho, ele está bem longe disso, é o que dizem os investigadores da Universidade do Arizona, EUA.

Apesar de não ser novidade nenhuma que os sapatos trazem lixo para as nossas casas, não devias imaginar que era tão grave assim. 

Entre elas, foram encontradas bactérias causadoras da pneumonia, de infecções nos tratos urinário e respiratório. Ah, vale a pena citar que uma dessas bactérias é uma velha conhecida de todos nós: a E. Coli, parte integrante do grupo de germes inimigos dos alimentos e dos humanos, encontrados em WC’s públicos e fossas abertas, os coliformes fecais. Inimigos, porque, caso ingeridos, fazem-nos muito mal ao estômago e intestinos, podendo até mesmo ser letais.

Ainda na pesquisa, foi constatado que essas bactérias conseguem se fixar ao seu calçado por longas distâncias e que o nível de transferência desses microorganismos para o chão das casas varia entre 90-99% – bastante eficaz, não?

A solução? Bem, você pode lavar as solas dos calçados com sabão neutro com regularidade para reduzir drasticamente o número de bactérias e, limpar o chão, tapetes e carpetes da sua casa com vapor. Um tanto trabalhoso, não? Parece que a solução mais simples, e tão eficaz quanto estas, ainda é manter os sapatos fora de casa. Você decide o que fazer. 


Como Cat Sitter, e mamãe de 20 gatos, eu prezo pela saúde dos meus clientes de pêlos e bigodes, deixando sempre meu calçado do lado de fora da casa! Afinal, Quem Ama Cuida! Quem Ama Protege!




Fonte extraída do site: http://www.marleyloko.com/2016/04/voce-usa-sapatos-dentro-de-casa-voce.html 










terça-feira, 5 de julho de 2016

Granulado Higiênico de Madeira

⚠️⚠️ Atenção Amigatos ⚠️⚠️
Conheçam os perigos do granulado de sílica, (PERIGOS DOS GRANULADOS PARA GATOS), e
por amor aos seus gatinhos, mudem imediatamente a qualidade de vida deles!


Aqui na Gatolândia da @SomosLoucosporGatos, só usamos o Granulado higiênico de madeira!
Veja os benefícios :
- Granulado higiênico de madeira elimina totalmente os odores da urina, absorção superior, comparados aos granulados comuns.
- Produto 100% natural, atóxico, obtido através de pó de pinus de reflorestamento, (pó de pinus de reflorestamento, não agride a natureza) biodegradável podendo ser descartado (em pequenas quantidades) no vaso sanitário.
- Absorve 4x mais comparado aos demais.
- Não prejudica a saúde do seu pet.

⚠️ Dica
Para os Gatos que estejam habituados com outros grânulos, realizar transição gradual de seguinte maneira:
1° Preencher cerca de 2 cm de granulado de madeira;
2° Cobrir a superfície com o granulado habitual, até o animal adaptar-se ao granulado de madeira.
Modo de usar
1- Despejar o granulado de madeira, em recipiente apropriado e proporcional ao tamanho do animal até formar uma camada de aproximadamente 3 cm;
2- Após a absorção da urina, o granulado sofrerá uma alteração em sua consistência, primeiramente floculando e posteriormente desfazendo-se em pó. Este pó deverá ser retirado gradativamente, com uma pá, a medida que ficar mais escuro/denso, podendo ser descartado diretamente no vaso sanitário ou lixo;
3-Completar com mais granulados a caixa sanitária;
Remover as fezes diariamente.

Pronto! Agora é só começar a utilizar, sem se preocupar!
PEDIDOS por Fone / whatsApp : 11-95435-3462 c/ CLAUDIA RINALDI (SÃO PAULO - CAPITAL)


Para conhecer outros Produtos e Serviços, é só Curtir a nossa Fan Page: Somos Loucos Por Gatos
Dicas/Informações/BLOG Tudo sobre Gatos, saiba mais acessando o site: www.loucosporgatos.wix.com/slpg





segunda-feira, 13 de junho de 2016

CAT SITTER / BABÁ DE GATOS

Cat Sitter, trata-se de uma babá especializada em gatos. Muitas pessoas precisam viajar e sempre procuram um hotelzinho para deixar seu(s) gatinho(os). Cat Sitter realiza os mesmos procedimentos de um hotelzinho, a diferença é que você não precisa levá-los a lugar algum, pois ela irá até a sua casa durante a sua ausência. 
Os gatos são animais muito sensíveis a mudanças na rotina, por isso costumam apresentar uma difícil adaptação em hotéis e em ambientes onde não há familiaridade. Fora do seu ambiente, eles ficam estressados e deprimidos, recusando o alimento, a água, o uso do banheiro, e em na maioria dos casos, acabam adquirindo problemas no trato urinário e até mesmo doenças complexas. Os benefícios para seu gatinho são diversos, portanto, agende agora mesmo uma visita sem compromisso.
Contatos com Claudia Rinaldi, telefone/WhatsApp: 11-95435-3462 (TIM), ou envie seu e-mail para: clausrinaldi@gmail.com



Perguntas Frequentes:

1. Quais as vantagens para meu gato?

  •  ele não será retirado do seu ambiente, evitando sintomas de estresse, depressão, traumas, falta de apetite;
  • você ficará com a consciência tranquila de que ele está comendo, bebendo, recebendo medicações (caso necessário), sem abrir mão da sua rotina diária;
  • ele terá uma companhia para brincar e receber carinho;
  • você evita que ele possa contrair parasitas ou pestes, ou até mesmo alguma doença.


2. A chave da minha casa fica com a Cat Sitter?

Não necessariamente. Você pode deixar a chave de sua residência, na Portaria do seu prédio, com um familiar próximo ou com um vizinho. Pode também limitar o acesso a uma determinada parte restrita da casa onde a profissional poderá ter acesso.

3. Como vou saber se o meu gato vai aceitar a presença da Cat Sitter?

Antes da contratação, serão feitas visitas a sua casa para que a profissional conheça seu gatinho, onde serão observados os hábitos, comportamento e para que possa familiarizar-se com ele.

4. E se o meu gato ficar doente durante minha ausência?

Caso ocorra alguma emergência médica veterinária, o gatinho será socorrido imediatamente e encaminhado ao médico veterinário da sua confiança, ou conforme mencionado no Contrato. Todas as providências necessárias serão tomadas com seu consentimento e autorização prévia. Os custos serão reembolsados para a Cat Sitter quando você retornar.

5. Como ter certeza se posso confiar em outra pessoa para cuidar do meu gato?

Juntamente com o contrato de prestação de serviço, a Cat Sitter irá fornecer um atestado de bons antecedentes criminais atualizado, referências profissionais do último serviço prestado, cópia do documento de identidade e cópia do comprovante de residência.

6. Como vou saber se meu gato está bem ?


Através das redes sociais (Facebook, WhatsApp, Instagram) ou e-mail, você poderá acompanhar fotos do seu gatinho durante as visitas diárias da profissional. 



DOCUMENTOS INDISPENSÁVEIS:


- Carteira de vacinação atualizada;
- Identificação e contatos do médico veterinário responsável;
- Identificação e contatos de um tutor responsável na ausência do dono;
- Assinatura do contrato de prestação de serviços;
- Autorização para atendimento em caso de urgência.

REGULAMENTO:

É importante que eu conheça mais sobre seu gato para dar a ele o melhor cuidado. Nosso primeiro contato será feito em uma visita, onde conversaremos sobre tudo o que eu devo saber. Levarei um formulário para que fiquem registradas todas as informações importantes, se ele está em tratamento, se existem necessidades especiais e como é o seu temperamento.

A foto abaixo saiu na Revista Época São Paulo em Março/2013. Eu me chamo Cláudia Rinaldi, hoje eu tenho mais de 15 gatos, mas desde a infância resgatava gatos das ruas e depois doava para amigos. Possuo uma grande experiência no tratamento de gatos desde 1998. Tenho dicas valiosas para melhorar a qualidade de vida do seu(sua) gatinho(a). Já fui voluntária de várias ONGs em São Paulo, e hoje trabalho como CAT SITTER (Babá de Gatos), para trazer qualidade de vida para os gatinhos e seus tutores. Ofereço consultoria para gatos domésticos, como: adaptação e sociabilização, banho (somente em SRD pelo curto ou pelo longo), entre outros.



terça-feira, 17 de maio de 2016

Peritonite Infecciosa Felina (PIF)



Peritonite é um processo inflamatório de uma membrana que reveste por dentro a cavidade abdominal, chamada peritônio.
A peritonite infecciosa felina, mais conhecida pela sigla PIF, é uma doença causada pelo coronavírus felino e foi diagnosticada pela primeira vez na década de 1950. É uma doença contagiosa e comum que afeta os gatinhos, entretanto nem todos os gatos portadores do vírus irão desenvolver a doença.
Gatos de todas as idades podem se infectar pelo vírus da PIF, mas a maior incidência ocorre nos animais com menos de dois anos. Não há predisposição sexual, ou seja, machos e fêmeas são acometidos igualmente. Gatos com o sistema imunológico debilitado por causa de outras doenças, como a leucemia viral felina (FeLV) e aimunodeficiência viral felina (FIV) são mais predispostos a desenvolver PIF.
TRANSMISSÃO
A transmissão da PIF ocorre através da ingestão do coronavírus presente nas fezes de gatos contaminados. Pode ocorrer transmissão da mãe para os filhotes durante a gestação ou amamentação. Locais com grande concentração de gatos, como gatis ou abrigos, são propícios para a transmissão do vírus, que, apesar de serem sensíveis a desinfetantes comuns, podem permanecer intactos por semanas no ambiente úmido.
SINTOMAS
Existem duas formas de PIF, a forma efusiva e a não efusiva, e são determinadas pelo tipo de resposta imunológica que cada gato irá desenvolver. Alguns gatos podem desenvolver as duas formas.
Os sinais clínicos de ambas as formas podem levar de dias a semanas para aparecer e são considerados não específicos, sendo eles: febre, anorexia, perda de peso, diarreia e desidratação.
Na PIF efusiva (úmida) ocorre um processo inflamatório nos vasos e consequentemente um acúmulo de líquido na região do abdômen e/ou do tórax. Os gatos com essa forma apresentam febre não responsiva aos tratamentos com antibióticos e um aumento do volume abdominal decorrente do acúmulo de líquido nesta região.
A PIF não efusiva (seca) é caracterizada pela formação de granulomas e necrose em diversos órgãos abdominais, torácicos, sistema nervoso central (SNC) e olhos. Granuloma é uma estrutura microscópica composta por diversas células que englobam o agente causador, aqui no caso o coronavírus, na tentativa de conter a disseminação da doença. Os sintomas ocorrem de acordo com o local acometido, portanto podem variar desde mucosas amareladas, quando o fígado é acometido, até mesmo cegueira, quando os granulomas se desenvolvem nos olhos. Tosse pode ocorrer se o gatinho desenvolver pneumonia.
Quando o SNC é acometido o gato apresenta alterações neurológicas, como dificuldade de locomoção, tremores, incontinência fecal e urinária, mudança de comportamento e até mesmo convulsões. Nestes casos o prognóstico é ruim.
DIAGNÓSTICO
Para fechar o diagnóstico o veterinário se baseia na história dos animais e nos sinais clínicos. Os exames de laboratório auxiliam o diagnóstico, como exames de sangue, ultrassom, testes sorológicos e de DNA, mas o diagnóstico definitivo só pode ser feito por biópsia ou necropsia. É importante salientar que testes positivos para o coronavírus não caracterizam obrigatoriamente PIF, pois nem todo animal com este vírus terá a doença. Este fator pode dificultar a conclusão do diagnóstico ou falsamente comprometer gatinhos soropositivos, mas que nunca terão PIF.
TRATAMENTO
Infelizmente a PIF não tem cura e o tratamento é paliativo, baseando-se no uso de antinflamatórios em altas doses, quimioterápicos e antibióticos para evitar infecções secundárias. Estudos com drogas antivirais e imunomoduladores estão sendo realizados na tentativa de minimizar os efeitos adversos da PIF.
PREVENÇÃO
A prevenção da PIF pode ser um desafio. Numa casa com um ou mais gatos diagnosticados com o coronavírus não é recomendado a introdução de um novo filhote. Caso haja interesse em adotar um novo gatinho, dê preferência para os adultos e, quando não há mais animal com PIF na casa deve-se esperar um período de dois meses até uma nova adoção (período que o vírus pode sobreviver no ambiente).
Mantenha a caixinha de areia sempre limpa e esvazie-a e limpe por completo pelo menos uma vez por semana, já que a principal forma de transmissão se dá pelas fezes contaminadas.
vacinação contra PIF não é recomendada, pois não apresenta resultados positivos na prevenção da doença e mesmo assim não está disponível no Brasil. 

Conteúdo extraído do Site: http://portalmedicinafelina.com.br/peritonite-infecciosa-felina-pif/ 

quarta-feira, 6 de abril de 2016

Você conhece os benefícios da Grama/Clorofila para Gatos?


Amigatos, voces já conhecem os benefícios que a grama de milho, (plantada em casa), fornece para o aparelho digestivo do gatinho? Um deles é, colaborar na eliminação as bolas de pêlos! 
Tah esperando o quê? Bóra plantar agora mesmo! Dúvidas, me chame no whatsApp: 11-95435-3462 - Claudia Rinaldi Cat Sitter


Assista o vídeo do passo-a-passo:

Fumantes prejudicam saúde de seus gatos


Segundo as pesquisas veterinárias realizadas na América do Norte, a fumaça tóxica do cigarro é responsável por grandes danos à saúde dos gatos.

De acordo com a veterinária Carolynn MacAllister, da Universidade Estadual de Oklahoma, no Estados Unidos, “fumar próximo aos gatos está diretamente associado com doenças como câncer de boca e até o linfoma.”

Gatos são prejudicados pelo cigarro quando eles se lambem

A principal razão para os felinos estarem sucetíveis ao câncer está intimamente ligado ao hábito dos animais se lamberem.
“Os gatos constantemente se lambem quando estão se higienizando. Esse hábito, quando associado ao convívio com o cigarro, pode ser prejudicial à saúde, uma vez que o câncer bucal se desenvolve em contato com as mucosa da boca do felino”, revela MacAllister. Ainda segundo a veterinária, essa seria a principal razão para o desenvolvimento das células cancerígenas nos gatos.
Um levantamento realizado pela Escola de Medicina Veterinária Tufts, nos Estados Unidos, revelou que o número de gatos que apresentava câncer na boca, também conhecido como carcinoma, era diretamente ligado ao ambiente em que esses gatos viviam. Os maiores índices de doenças eram encontrados nos felinos que conviviam com fumantes e eram expostos à fumaça tóxica em sua residência. Esses índices de doenças reduziram consideravelmente quando os gatos eram expostos ao cigarro apenas na rua.
Além do câncer na boca, gatos que convivem com o cigarro também correm o risco de desenvolver o linfoma felino. Isso porque o contato com a fumaça tóxica e a mucosa do animal podem comprometer os nódulos linfáticos de 3 a cada 4 gatos, aproximadamente no período de 12 meses.
Conteúdo extraído do Site: http://www.linkanimal.com.br/gatos/cigarros-prejudicam-saude-gato/ 

Sinais que seu gato dará indicando que está doente

Descubra alguns sinais clínicos que o pet pode apresentar, que podem ser sugestivos de que o animal está com a sua saúde afetada.

Os felinos domésticos são animais que aparentam ser durões e que não se abalam fácil às doenças. Porém, essa aparência pode não corresponder totalmente à realidade. Os gatos são animais bastante frágeis, necessitando assim de uma gama de cuidados por parte de seus tutores. O que muitas pessoas se perguntam é como saber se um gatinho está ou não doente. Existem vários fatores e sinais clínicos que o pet pode apresentar, que podem ser sugestivos de que o animal está com sua saúde afetada. No entanto, serão citados aqui os mais comuns encontrados nos felinos e de fácil visualização dos tutores. É importante ressaltar, que o exame clínico feito por um médico veterinário se torna indispensável nessas horas.



Primeiramente, é importante que os tutores conheçam o comportamento normal do seu animal, ou seja, a quantidade de alimento ingerida, se é um animal hiperativo ou não, se é mais carinhoso ou mais agressivo e etc. Quando um animal não está se sentindo bem, independente da origem do mal estar, costuma, na maioria das vezes, mudar em parte, ou totalmente, seu comportamento normal. Geralmente, o gato que era carinhoso, que sempre pulava no colo quando você sentava, irá ficar mais isolado, principalmente quando há dor, fazendo o animal reagir com agressividade.

Como todo animal, juntamente com a mudança de comportamento, o gato se torna inapetente ou anoréxico, rejeitando qualquer alimento ofertado pelo tutor, mesmo sendo a sua comida favorita. O felino não pode passar dias sem comer, pois pode levar a um quadro de lipidose hepática, podendo chegar a óbito em pouco tempo. Quando o gato rejeitar alimento é importante levá-lo imediatamente a uma clínica veterinária.
Outro sinal que o gato pode apresentar indicando que está doente é o início de vômitos. Antes de temer pelo pior, os gatos habitualmente costumam vomitar mais do que os cães, pois eles se lambem diariamente para sua limpeza, conseqüentemente ingerindo grande quantidade de pelos. O vômito indicativo de moléstia ocorre várias vezes durante o dia, normalmente com consistência líquida variando do amarelo ao marrom. Esses vômitos acompanham de anorexia.
A diarréia é outro sintoma muito importante, pois leva o animal rapidamente a um quadro de desidratação. Esse sintoma pode ser ou não acompanhado pela perda de apetite. Mudanças bruscas na alimentação e/ou ingestão de produtos temperados podem levar a esse quadro. A ausência de urinar ou de defecar é indicativo de doença, por isso não deixe de dar atenção e levar a um profissional, mesmo o animal apresentando um comportamento “normal”.
A perda de peso ou ganho de peso exagerado também deve ser assistida. Os animais portadores de endocrinopatias (problemas hormonais), tendem a ter perdas grandes de peso (mesmo alimentados) ou altos ganhos de peso. Nesse caso é importante levar o felino a um especialista em endocrinologia para um tratamento eficaz.
Em suma, qualquer mudança nítida no comportamento, saúde, estrutura física e etc deve ser informada ao médico veterinário de sua confiança. Existem várias doenças que são assintomáticas por algum tempo, e só irão apresentar sintomas numa fase mais crítica. É por isso que é indicado o check up anual do seu gato, para que sejam feitos exames e a avaliação do felino pelo médico veterinário.

Matéria extraída do Site: http://portaldocat.com.br/gatos/adultos-gatos/saude-adultos-gatos/sinais-que-seu-gato-dara-indicando-que-esta-doente/ 

terça-feira, 1 de dezembro de 2015

ESPOROTRICOSE - De quem é a culpa ?

Estamos enfrentando uma Epidemia de Esporotricose em várias regiões do Brasil, principalmente nos Estados do Rio de Janeiro e São Paulo.


VOCÊ CONHECE A ESPOROTRICOSE ?
A esporotricose é uma micose da pele causada por fungo do Complexo Sporothrix, espécies schenckii e brasiliensis, de evolução subaguda ou crônica que afeta a pele e os gânglios próximos ao local da lesão. A doença pode ser transmitida ao homem pelo contato com várias espécies de animais silvestres e domésticos, como cães e gatos. Os gatos são considerados os mais suscetíveis, adoecem e podem morrer. Desde 1998, a cidade do Rio de Janeiro convive com uma epidemia de esporotricose em gatos e seres humanos, onde cerca de 3.800 gatos, 120 cães e 4.000 casos humanos foram diagnosticados. No Estado de São Paulo, a doença é menos frequente, mas, de 2011 a 2015, o Centro de Controle de Zoonoses, da Secretaria Municipal de Saúde da capital, detectou a ocorrência da doença nas regiões de Itaquera, Itaim Paulista, Pedreira, Campo Grande, Vila Maria e Tremembé. No total, 148 gatos e um cão foram diagnosticados, e 13 pessoas foram encaminhadas para diagnóstico e tratamento no Instituto de Infectologia Emílio Ribas.
A esporotricose persiste como uma doença negligenciada, subdiagnosticada e um grave problema de saúde pública.

COMO A ESPOROTRICOSE PODE CHEGAR A MINHA CASA?
Os fungos do Complexo Sporothrix são encontrados nos componentes do meio ambiente como terra, árvores, plantas, palhas, madeiras úmidas e, particularmente nas regiões de clima quente e úmido. A esporotricose é considerada zoonose ocupacional associada às atividades de agricultura e floricultura por ferimentos provocados por espinhos de plantas e farpas de madeira. E também para médicos-veterinários, tratadores, responsáveis por animais que estão mais expostos ao risco de transmissão e devem ter muito cuidado para não serem arranhados ou mordidos. A infecção nos seres humanos ocorre quando há a penetração do fungo na pele por meio de ferimentos ou cortes, assim como pelo contato direto com feridas dos animais doentes, pela arranhadura e mordedura de animais. Tanto gatos doentes quanto sadios carregam na boca e nas unhas os fungos provenientes dos hábitos de esfregar-se no solo, enterrar excretas e afiar unhas. A infecção dos animais também se dá pela penetração na pele devido a arranhões e mordeduras, principalmente em brigas. O animal que apresentar feridas que não cicatrizam deve ser isolado do contato com outros animais até que receba os cuidados do médico-veterinário. Animais doentes nunca devem ser abandonados, pois darão origem a novos focos da doença. Em caso de morte do animal com esporotricose, é essencial que o corpo seja cremado, e não enterrado, porque o fungo se mantém no ambiente, continuando o ciclo de transmissão.

COMO POSSO SUSPEITAR QUE MEU ANIMAL ESTÁ COM ESPOROTRICOSE ?
Nos animais, as lesões iniciam-se comumente nas patas, cabeça ou base da cauda, eventualmente a região da boca e dos olhos. São semelhantes a feridas devido a brigas, principalmente em gatos machos livres; o que confunde o proprietário do animal. Iniciam-se como feridas crostosas e com pus que não cicatrizam e não respondem ao tratamento com antibióticos. Essas lesões se espalham por todo o corpo, devido ao hábito de higiene que os felinos tem de se lamber, o que agrava o quadro para a esporotricose generalizada, atingindo pulmões, fígado, trato gastrintestinal, sistema nervoso central, baço, ossos, articulações, rins, testículos, mama e linfonodos. Os animais apresentam febre, prostração, falta de apetite e emagrecimento progressivo, e morrem.

COMO SUSPEITO SE ESTOU COM ESPOROTRICOSE?
Após o fungo penetrar na pele das pessoas, entre poucos dias a três meses, surge um caroço ou nódulo pequeno que aumenta de tamanho lentamente, formando uma ferida recoberta com crostas ou úlcera que não cicatriza e com discreto comprometimento do gânglio regional, a íngua. As primeiras lesões ocorrem geralmente nos braços e no rosto, e mais raramente na boca e nos olhos. Pelo menos duas formas de esporotricose podem ser evidenciadas: as restritas à pele, que são as mais freqüentes, e as formas extracutâneas, que afetam outros órgãos e são mais raras e graves.
A forma extracutânea atinge outros órgãos como pulmão, testículos, ossos, articulações e sistema nervoso. Nesta forma, a contaminação inicial costuma ser por ingestão ou inalação do fungo. As formas mais graves são mais frequentes em pessoas com diabetes, que fazem uso prolongado de corticóides e imunossuprimidas.

ESPOROTRICOSE: COMO É REALIZADO O DIAGNÓSTICO?
O diagnóstico da esporotricose animal baseia-se no histórico contado pelo proprietário, exame físico e dermatológico feito pelo médico-veterinário. Na suspeita diagnóstica nos seres humanos, além do aspecto das lesões, o médico deve estar atento à atividade ocupacional do paciente e do contato com animais. Para a confirmação do diagnóstico nos animais e no homem há necessidade da colheita de amostras da lesão e exames laboratoriais. Em humanos, nas formas graves, generalizada ou extracutânea, o escarro e o líquor também podem ser examinados. O diagnóstico deve ser realizado rapidamente para que o animal e as pessoas envolvidas recebam o tratamento e as orientações adequadas.
O Centro de Controle de Zoonoses de São Paulo, disponibiliza o diagnóstico micológico para animais gratuitamente. O material colhido pelo médico-veterinário deve ser encaminhado, junto com todas as informações clinicas e de contato com os responsáveis, para o Centro de Controle de Zoonoses (CCZ) da capital, que fica na rua Santa Eulália, número 86, em Santana. Os casos de doença no município de São Paulo devem ser notificados ao CCZ no e-mail zoonoses@prefeitura.sp.gov.br ou no telefone 3397-8918, para que se proceda à busca ativa de novos casos em animais e pessoas, principalmente nas áreas ainda não detectadas para intervir e diminuir a transmissão para outros animais e pessoas.
Nas situações acompanhadas por equipes do CCZ em que se detecta a presença de pessoas com lesões suspeitas, é feito o encaminhamento ao serviço do Ambulatório de Zoonoses do Instituto de Infectologia Emílio Ribas, que fica na avenida Doutor Arnaldo, número 165. O telefone é o 3896-1200. As consultas poderão ser agendadas por telefone ou no site do Instituto.

QUAL O TRATAMENTO DA ESPOROTRICOSE PARA ANIMAIS E SERES HUMANOS?
O emprego de antimicótico por via oral durante meses ou anos deve ser receitado pelos profissionais habilitados, médicos-veterinários e médicos. Para os animais, o medicamento deve ser administrado misturado ao alimento palatável de consistência pastosa, como patês ou ração úmida, para evitar a manipulação e risco de infecção dos tratadores no momento de medicar. Casos de reinfecção ou reincidência podem ocorrer, devendo-se então reavaliar o animal e reiniciar a medicação.
Nas formas graves, onde a infecção se propaga por todo o organismo e puser em perigo a vida da pessoa, pode ser necessário tratamento com antimicótico por via venosa.
Nas áreas mais excluídas do município de São Paulo e identificadas com surto de casos, o CCZ disponibiliza o tratamento para o animal.



ESPOROTRICOSE: COMO É EFETUADA A PREVENÇÃO E O CONTROLE?

As ações de prevenção e controle da esporotricose animal dependem dos diagnósticos clínico e laboratorial precisos, e do correto tratamento, incluindo o tempo necessário e as orientações prescritas pelo médico-veterinário. Na suspeita de infecção humana, a pessoa deve ser encaminhada aos serviços médicos de saúde. Os trabalhadores que lidam com jardins e terra devem usar luvas e até máscara e procurar a assistência médica caso apareçam feridas na pele.
Até agora, não existem vacinas contra a esporotricose tanto para animais quanto para os seres humanos.
Os animais em tratamento devem ficar isolados em local seguro, mantendo o ambiente sempre limpo e desinfetado. Para execução de todas as tarefas de lida com animais doentes e seu ambiente, deve-se usar luvas e máscara. As feridas dos animais não deverão ser cobertas com curativos. Os animais não poderão tomar banho.
Animais infectados nunca devem ser abandonados e caso venham a morrer deverão ser cremados e jamais enterrados. A castração de felinos saudáveis evita que saiam de casa e venham a se infectar.


Após lermos esse Artigo sobre Esporotricose, a quem podemos responsabilizar pela Epidemia da Doença ? 
Creio que, o Tutor(a) responsável, NÃO DEVERIA PERMITIR SEU GATO TER ACESSO AS RUAS, AOS TELHADOS, JARDINS, LIXÕES... 

Lembrando, que trata-se de uma Doença CURÁVEL para toda a espécie ! Portanto, nem pense em Abandonar seu gato nas ruas por conta da Esporotricose, pois, você será o grande Vilão na disseminação da doença! 

Esperamos que vocês tenham compreendido a necessidade de evitar a Disseminação da Doença. Por favor, Compartilhem com seus Amigos das Redes Sociais esse Assunto de Epidemia, para que possam mudar suas atitudes o quanto antes na Criação INDOOR ! 

Abraços,

Claudia Rinaldi







Conteúdo extraído do Site: http://www.crmvsp.gov.br/site/noticia_ver.php?id_noticia=5542 

Receita caseira para eliminar o cheiro deixado pelo xixi do gatinho

Amigatos,
Seu novo gatinho chegou, e sem querer, ficou tão feliz com sua nova família, que não conseguiu chegar a tempo na sua nova caixinha de areia para fazer seu xixi, e acabou fazendo no sofá/cama ?
Ou então, seu gatinho castrou recentemente, ou está passando por um problema de saúde, ou está fazendo charme para um novo gatinho que foi adotado recentemente...
Seja qual for a situação, o local que ele fez xixi, vai acabar ficando com um cheiro nada agradável.


Vamos resolver essa situação agora mesmo ? Tome nota do que você irá precisar para fazer a desodorização do local:
Experimente fazer essa receita caseira, e livre-se do cheiro sem prejudicar a saúde do seu gatinho com produtos químicos!


Receita:
- 1 litro de água;
- ½ copo de vinagre de álcool;
- 1 colher (sopa) de bicarbonato sódio;
- ¼ copo de álcool;
- 1 colher (sopa) de amaciante (se quiser deixar um cheiro agradável)
Misture os ingredientes em um recipiente grande, uma vez que o vinagre e o bicarbonato efervescem quando são usados juntos.
Pode ser usado em tapetes, móveis, sofá e com um borrifador, e pode se tornar até um aromatizador de ambiente! ESSA RECEITA, NUNCA MANCHOU MEUS ESTOFADOS!!! 

Para um melhor resultado, borrife bastante no local que sofreu a absorção do xixi, deixe agir por 20 minutos. Retire o excesso com um pano seco. Repita a operação, se necessário.

Eu, Claudia Rinaldi, garanto a eficácia do produto!! :-) 

Pronto! Assunto resolvido! 
Lambeijos da Gataiada da Somos Loucos por Gatos 

P.S.: NUNCA SE DEVE PUNIR UM GATO POR CAUSA DE MARCAÇÃO DE TERRITÓRIO!!! CASTRAÇÃO É A ÚNICA SOLUÇÃO!

quarta-feira, 11 de novembro de 2015

Posse responsável...

Falando sério...
Quem diz que ama seu gatinho, e ô abandona no final do Ano para viajar, boa coisa essa pessoa não é !
Quem diz que ama seu gatinho, e ô deixa ter acesso as ruas... é irresponsável e quer vê-lo morto! (envenenado, espancado, atropelado)
Quem diz que ama seu gatinho, e não esteriliza... pratica tortura por pura diversão!
Quem Muito Diz, Nada Faz!!!

Dizer que ama é muito fácil, quero ver praticar esse amor nos Atos!

Castração é um ato de Amor!
Quem ama, mantém seu gato protegido (criação indoor)!
Solução para suas viagens, bába de gatos / cat sitter (Claudia Rinaldi - WhatsApp: 11-95435-3462)

SOMOS TODOS A FAVOR DA #POSSERESPONSÁVEL




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